• Erick Resende

Você sabia que é possível realizar exames de DNA para Diagnosticar Câncer?

Atualizado: Abr 5

Veja tudo o que você precisa saber sobre a realização de exames de DNA para diagnosticar o Câncer.

Após uma atriz americana anunciar que, havia realizado um exame que detectou que ela possuía um elevado risco de desenvolver câncer, e por conta disso, optou por realizar a cirurgia para retirada das mamas, o mundo passou a conhecer a existência de um teste genético que detecta alterações no DNA que podem causar o surgimento de tumores malignos.

Trata-se de um pré-diagnostico, onde são realizados testes genéticos em busca de alterações no DNA da pessoa, o resultado indica se existe uma mutação em genes especificamente relacionados aos tumores, juntamente com com a probabilidade de o paciente desenvolver a doença.

Um dos fatores de risco, atualmente, relacionados ao câncer, é a hereditariedade, porém a genética familiar representa um percentual baixo dos diagnósticos de câncer, apenas entre 5 e 10% dos casos de câncer são atribuídos à fatores hereditários..

É possível realizar, através de exames feitos com amostras de sangue ou saliva, o sequenciamento de genes específicos, responsáveis pelas mutações e desenvolvimento dos tumores malignos.. O exame é recomendado quando há um histórico familiar de câncer.

Conforme informações extraídas do site:

http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/sintese-de-resultados-comentarios.asp, de acordo com estimativa do INCA, o Brasil deve registrar em 2018, cerca de 600 mil novos casos de câncer:


Câncer de próstata Para o Brasil, estimam-se 68.220 casos novos de câncer de próstata para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens;


Câncer de mama Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres;


Câncer de cólon e reto Para o Brasil, estimam-se 17.380 casos novos de câncer de cólon e reto em homens e 18.980 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 16,83 casos novos a cada 100 mil homens e 17,90 para cada 100 mil mulheres. É o terceiro mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres;


Câncer de pulmão Para o Brasil, estimam-se 18.740 casos novos de câncer de pulmão entre homens e de 12.530 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 18,16 casos novos a cada 100 mil homens, sendo o segundo tumor mais frequente; e com um risco estimado de 11,81 para cada 100 mil mulheres, ocupando a quarta posição;


Câncer de estômago Para o Brasil, estimam-se 13.540 casos novos de câncer de estômago entre homens e 7.750 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 13,11 casos novos a cada 100 mil homens e 7,32 para cada 100 mil mulheres. Entre homens, é o quarto mais incidente e o sexto entre as mulheres;


Câncer do colo do útero Para o Brasil, estimam-se 16.370 casos novos de câncer do colo do útero para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 15,43 casos a cada 100 mil mulheres, ocupando a terceira posição;


Câncer da cavidade oral Para o Brasil, estimam-se 11.200 casos novos de câncer da cavidade oral em homens e 3.500 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 10,86 casos novos a cada 100 mil homens, ocupando a quinta posição; e de 3,28 para cada 100 mil mulheres, sendo o 12º mais frequente entre todos os cânceres;


Câncer do Sistema Nervoso Central Para o Brasil, estimam-se 5.810 casos novos de câncer do Sistema Nervoso Central (SNC) em homens e 5.510 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,62 casos novos a cada 100 mil homens e 5,17 para cada 100 mil mulheres, correspondendo à décima e à nona posições, respectivamente;


Leucemia Para o Brasil, estimam-se 5.940 casos novos de leucemia em homens e 4.860 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,75 casos novos a cada 100 mil homens e 4,56 casos novos para cada 100 mil mulheres, ocupando a nona e a décima posições, respectivamente;


Câncer de esôfago Para o Brasil, estimam-se 8.240 casos novos de câncer de esôfago em homens e 2.550 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 7,99 casos novos a cada 100 mil homens e 2,38 para cada 100 mil mulheres, ocupando a sexta e a 15ª posições, respectivamente;


Linfoma não Hodgkin Para o Brasil, estimam-se 5.370 casos novos de linfoma não Hodgkin (LNH) em homens e 4.810 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Para ambos os sexos, é a 11ª neoplasia mais frequente entre todos os cânceres10. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,19 casos novos a cada 100 mil homens e 4,55 para cada 100 mil mulheres;


Linfoma de Hodgkin Para o Brasil, estimam-se 1.480 casos novos de linfoma de Hodgkin (LH) em homens e 1.050 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 1,43 casos novos a cada 100 mil homens e a 14ª neoplasia mais frequente. Entre as mulheres, há um risco estimado de 0,96 para cada 100 mil e ocupa a 17ª posição;


Câncer de tireoide Para o Brasil, estimam-se 1.570 casos novos de câncer de tireoide no sexo masculino e 8.040 para o sexo feminino, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 1,49 casos a cada 100 mil homens e 7,57 casos a cada 100 mil mulheres, ocupando a 13ª e quinta posições, respectivamente;


Câncer de bexiga Para o Brasil, estimam-se 6.690 casos novos de câncer de bexiga em homens e 2.790 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 6,43 casos novos a cada 100 mil homens, ocupando a sétima posição; e de 2,63 para cada 100 mil mulheres, ocupando a 14ª posição;


Câncer de laringe Para o Brasil, estimam-se 6.390 casos novos de câncer de laringe em homens e 1.280 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. O risco estimado será de 6,17 casos a cada 100 mil homens, ocupando a oitava posição; e a 16ª mais frequente com 1,20 casos a cada 100 mil mulheres;


Câncer do corpo do útero Para o Brasil, estimam-se 6.600 casos novos de câncer do corpo do útero, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 6,22 casos a cada 100 mil mulheres, ocupando a sétima posição;


Câncer do ovário Para o Brasil, estimam-se 6.150 casos novos de câncer do ovário, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 5,79 casos a cada 100 mil mulheres e o oitavo mais incidente;


Câncer de pele Para o Brasil, estimam-se 85.170 casos novos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 82,53 casos novos a cada 100 mil homens e 75,84 para cada 100 mil mulheres. É o mais incidente em ambos os sexos;


Câncer infantojuvenil Estima-se que, para o Brasil, para cada ano do biênio 2018-2019, ocorrerão 420 mil casos novos de câncer, sem considerar o câncer de pele não melanoma. Uma vez que o percentual mediano dos tumores infantojuvenis observados nos RCBP brasileiros é de 3%, depreende-se que ocorrerão 12.500 casos novos de câncer em crianças e adolescentes (até os 19 anos).

Quando um parente próximo, como pai, mãe ou irmão, é diagnosticado com a doença, é altamente indicado que se realize os testes.

O biomédico e sócio fundador do IdenGene, laboratório de análises especializado em testes genéticos para ajudar no tratamento e prevenção do câncer, Raphael Parmigiani, explica:

“Os benefícios são inúmeros, considerando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer. Ao identificarmos a presença de mutação em um paciente já diagnosticado, tornamos muito mais preciso o direcionamento de medidas para detecção dessa mesma mutação em outras gerações da família”.

A maior parte dos planos de saúde nega a autorização para a realização desse tipo de exame. Para coibir essa prática, tem sido necessário ingressar com uma ação judicial requerendo sua liberação.

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